Plano de carreira do Outback Steakhouse incentiva colaboradores a serem sócio proprietários da marca

Vivian Sant’Anna com a sócia proprietária da casa australiana de SJC, Bruna Caroline Guets

Trabalhar no Outback Steakhouse já pode ter passado pela cabeça de muitos que estão lendo essa matéria aqui no Blog hoje. Além da comida ser muito boa, o atendimento é sempre impecável. E aqui em São José a casa chegou em 2011 e desde então, não há um dia que não haja filas de espera para desfrutar das delícias da marca mundial. Só no Brasil são cerca de 92 restaurante da rede focada em gastronomia australiana.

Bruna Caroline é quem está à frente da casa em São José dos Campos, no comando das operações desde de janeiro de 2017. Ela é formada em Recursos Humanos e está no mercado de trabalho desde os 18 anos. No Outback começou como atendente (waitress), foi treinadora, coordenadora de plantão e gerente, até que chegou a ocupar o cargo de sócio proprietária da rede

Tudo isso, devido a um plano de carreira que a marca oferece a seus colaboradores (incrível, não? Sempre falo que o plano de carreira de um empresa desenvolve e incentiva muitos os colaboradores, ganha a empresa e o funcionário).

Bruna Caroline

E claro, que eu queria saber como foi toda essa história, como é trabalhar para a rede e como foi o caminho até a sociedade. Vem ler:

 Vivian Sant’Anna: Como você iniciou sua carreira? Qual a sua formação?

Sou formada em Recursos Humanos. Iniciei minha carreira aos 18 anos, como recepcionista, e trabalhei durante seis anos em uma chopperia conceituada na cidade de Campinas/SP, onde nasci. Logo após a minha saída, iniciei minha carreira no Outback. O que me atraiu logo de início foi o plano de carreira oferecido pela marca – enxerguei ali uma ótima oportunidade! Comecei no Outback como Waitress (Atendente de Restaurante) e hoje sou sócia-proprietária, o que prova que eu estava realmente certa das possibilidades que a marca oferece.

Vivian Sant’Anna: Por que resolveu apostar em um restaurante e por que o Outback?

O Outback foi paixão desde o primeiro dia. Ao conhecer o plano de carreira da marca visei o meu futuro e realmente apostei na empresa – assim como eles também apostaram em mim ao me contratarem. Acreditei, desde o início, que poderia crescer junto com a marca. E foi isso que aconteceu. A valorização de cada profissional, a cultura da empresa, tudo me motivou a trabalhar e me dedicar muito para alcançar voos cada vez mais altos dentro do Outback. Além da dedicação pessoal, o fato de a empresa acreditar nos seus colaboradores foi fundamental para o meu sucesso profissional. E isso é uma característica do Outback – 80% dos sócios de restaurantes da marca vieram da operação (da cozinha ou do salão, por exemplo), assim como eu. Por isso, digo: o Outback foi paixão desde o primeiro dia e, tenho certeza, que continuará sendo pelo restante de minha vida.

Vivian Sant’Anna: Como foi o processo para se tornar proprietária do Outback de São José dos Campos?

Fui – e continuo sendo – muito dedicada, sempre mostrando muita garra e empenho. Ingressei como atendente e fui conquistando meu sucesso, meu espaço. Fui treinadora, coordenadora de plantão e gerente, até que surgiu a oportunidade de assumir o cargo de sócia-proprietária do Outback de São José dos Campos. Graças ao meu esforço e às possibilidades que a rede oferece a todos os colaboradores, conquistei minha satisfação profissional.

Vivian Sant’Anna: Qual foi o fator mais decisivo para que você obtivesse êxito no negócio?

Sem dúvida foram três fatores decisivos: dedicação, foco e determinação.

Vivian Sant’Anna: Quais características precisou desenvolver como empresária que antes não possuía e hoje enxerga que essas habilidades são essenciais na hora da gestão dos negócios?

Entre as principais características que precisei desenvolver, ao longo desses anos, estão a organização e o comprometimento – independente do cargo ou função, essas características são essenciais a todos os profissionais. São elas que permitem alcançar os objetivos e metas, sem perder o foco. A liderança também é imprescindível, afinal, diariamente trabalhamos com pessoas e equipes que precisam estar constantemente motivadas e felizes com o seu trabalho, afinal, somos nós que traduzimos o espírito Outback para os clientes.

Vivian Sant’Anna: Quais foram e são as suas maiores dificuldades no negócio?

Gerir um grande negócio, como o Outback, é um desafio por conta da representatividade e credibilidade da marca, o que faz com que, diariamente, eu precise estar atenta à organização diante de novas programações e questões administrativas. Eu aprendo diariamente com os desafios que envolvem gerir essa marca tão apaixonante e querida pelos brasileiros. Cada conquista é, pessoalmente, gratificante – estimular, dia a dia, o amor dos nossos colaboradores e dos nossos clientes pelo Outback é o que me move.

Vivian Sant’Anna: Quais dicas daria para quem deseja investir em uma grande marca?

Além de dedicar-se à formação contínua e estar atento as atualizações do mercado do trabalho, fazer pesquisas de mercado e conhecer mais sobre a reputação e seriedade da empresa com os negócios é essencial antes de investir em uma marca. Outro fator determinante é escolher uma marca com a qual você se identifique. Para mim, não foi difícil optar pelo Outback, já que é uma marca com a qual eu sempre me identifiquei. Como acredito que o trabalho é uma forma de realização, a escolha pelo Outback foi muito fácil. Faço o que gosto e trabalho para uma marca que acredito. O Outback foi um grande acerto e sou muito feliz em minha carreira.

 

Porque a inteligência emocional é importante para uma carreira bem sucedida?

Muitos me questionam sobre como lidar com certas situações. Seja com os colaborados, fornecedores, chefes, clientes, e até mesmo em casa. O que muitos ainda não sabem é que a inteligência emocional pode ser desenvolvida e não é apenas em livros de auto ajuda que demonstram formas, pouco eficazes, para o sucesso profissional e pessoal, que ela encontrará respostas. Vale lembrar que  a capacidade técnica não é a única chave para uma carreira bem sucedida. Pesquisas revelam que 87% das demissões acontecem por falta de condições emocionais dos colaboradores ou líderes.

Assim como o intelecto cognitivo, você pode se tornar mais inteligente emocionalmente, dedicando tempo para aprender sobre as pessoas e as emoções. Minha dica é:

“Dedicar seu tempo para conhecer as pessoas ao seu redor é um caminho em direção a uma inteligência emocional maior. Se você olhar para outra pessoa e se ver refletido nela, pode começar a tratá-la de uma forma mais compreensiva”.

Ter alta performance e ótimos resultados para entregar um trabalho eficaz para a sua empresa depende muito da liberação do seu potencial máximo. Por isso a inteligência emocional é tão importante. Quem trabalha todos os dias em busca do seu melhor, trabalha sob pressão, sob cobranças e também lida com os sentimentos de outras pessoas. É importante saber lidar com tudo isso.

Na prática, significa encontrar motivação para fazer o que deve ser feito, controle para não estourar com o colega de trabalho, equilíbrio para lidar com pessoas que não estão no mesmo ritmo que você, e ter consciência que é necessário, todos os dias, equilibrar pratos: de um lado a razão e do outro a emoção. Quem consegue lidar com os dois sem exageros, certamente saberá contornar situações e alcançar os objetivos.

“O objetivo da inteligência emocional é conhecer-se tão bem a ponto de sabe lidar com as próprias emoções e motivações, depois disso conhecer o outro e lidar com as emoções dele também”. 

Vou dividir com vocês algumas dicas de treino no dia a dia para desenvolver a inteligência emocional:

1 – Invista em autoconhecimento: Todos os caminhos que você escolher levarão você a se conhecer mais;

2 – Treine com a família e os amigos:  Comece a enxergar de maneira empática (se colocando no lugar do outro) as pessoas a sua volta;

3 – Trabalhe a sua espiritualidade: Aqui você encontrará uma forma de ser mais compassivo e não ter medo de ser humano. não se trata especificamente de ter uma religião, mas organizar seus pensamentos para o que você acredita;

4 – Pratique exercícios físicos: Os hormônios liberados nas atividades físicas equilibram as emoções;

5 – Medite: Estar no momento presente faz você não alimentar a ansiedade (foco no futuro) e nem desenvolver depressão (excesso de passado).

 

Os setores mais lucrativos para investir

Escolher o mercado ideal para investir parece até tarefa impossível, não é mesmo?

Mas temos dados de pesquisas que revelam os mercados em ascensão e que podem render muitos lucros para você que quer investir em um novo negócio.

Um estudo elaborado pelo Sebrae, com base no perfil de novas empresas em anos anteriores a 2018, no comportamento da economia nacional e no mercado externo, revelou que os empreendimentos que promovem saúde, inovam na oferta de alimentos e oferecem serviços ligados à beleza pessoal estão entre as atividades mais prósperas. Boa notícia né?

Vejamos os números:

Saúde

A busca por um corpo mais saudável tem impulsionado empresas de vários tipos, inclusive franquias de alimentação e produtos nesta linha. O faturamento desta indústria foi de 21,8 bilhões de dólares em 2016.

Beleza

Atualmente, o Brasil ocupa a 3ª posição no ranking mundial de consumo de produtos de beleza e a cada ano que passa se aproxima mais dos Estados Unidos e Japão, os dois líderes mundiais neste setor. Segundo pesquisas realizadas recentemente, o mercado brasileiro corresponde a 7,1% do consumo mundial, ocupando a 2ª posição nas categorias de produtos depilatórios, desodorantes, perfumes, produtos masculinos e de proteção solar. Na 3ª posição estão os produtos de higiene, oral, infantis e para os cabelos. Em 4º, os produtos para banho e por último, em 5º as maquiagens.

Alimentação

Mesmo enquanto passavam por uma crise intensa, muitos brasileiros mudaram padrões de consumo de alimentos para aderir a um estilo de vida mais saudável. Se antes a maior parte da população não pensava em incluir alimentos naturais na rotina ou era resistente à ideia, agora o consumo de produtos menos industrializados e mais saudáveis vem crescendo cada vez mais. Em 2016, foram R$ 93,6 bilhões em vendas no país.

Serviços de TI

O Brasil faz parte do top 10 entre os mercados mundiais de TI, representando 1,9% das vendas de hardware, software e serviços globais. O país é o 9º maior mercado do mundo e também representa 36.5% das vendas totais do setor na América latina, muito à frente do México, que ficou em segundo lugar com uma quota de mercado de 22,9%.

Varejo

O comércio brasileiro deve contar com um saldo positivo pela primeira vez desde 2015 no que diz respeito à abertura e fechamento de estabelecimentos. Espera-se um saldo positivo de 20 mil novas empresas no setor até o fim deste ano. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Negócios para público da melhor idade podem ser boa aposta de investimento

 

Bate papo com a empresária Roberta Bueno Souza, à frente da Ekiness

A nova geração de brasileiros com mais de 60 anos não quer ficar em casa parado vendo o tempo passar. O aumento da expectativa de vida da população também é um dos fatores que tornam promissores os negócios voltados para a terceira ou melhor idade.

Quando se fala em negócios para os mais velhos, pensamos em venda de fralda geriátrica, bengalas e agências de cuidadores, mas o mercado do envelhecimento é bem maior do que isso e tem empresário já atuando especificamente para esse público.

Segundo o Sebrae, o perfil delas é bem diverso e engloba desde os senhores que jogam xadrez na praça e as senhoras que fazem tricô em casa até aqueles que viajam regularmente, frequentam academias de ginástica, submetem-se a procedimentos estéticos e consomem produtos e serviços altamente especializados.

É! E quem já se jogou para atender essa demanda de “melhor idade” já colhe frutos. Roberta Bueno Souza, à frente da Ekiness, estúdio personalizado em Pilates, treino funcional, fisioterapia e osteopatia, em São José dos Campos, tem trabalhado bastante para atender de forma personalizada e inovadora os alunos “mais velhos”.

Confira minha conversa com a empresária :

Vivian Sant’Anna: Você teve alguma situação pessoal que te atraiu para esse mercado ou foi uma escolha natural?

Na verdade, acho q fui sendo “escolhida”(risos) Quando iniciei o trabalho com o método Pilates em 2004, os clientes eram jovens ou de meia-idade, porém com o passar dos anos, estes mesmos clientes, fiéis ao método, foram envelhecendo e muitos se tornaram idosos nestes meus 14 anos de trabalho com o método. Observar o envelhecimento deles e como esse processo era singular para cada um me levou a questionar se realmente estávamos fazendo tudo o que era necessário para prepará-los. Motivada por esta pergunta, fui buscar mais conhecimento sobre esta fase tão importante de nossas vidas e acabei entrando no programa mestrado em Gerontologia da USP.

 Vivian Sant’Anna: Quais são as diferenças entre uma aula de pilates normal e uma desenvolvida especificamente para idosos?

A estrutura da sessão dentro da metodologia de nossa escola, o Physicalmind Institute de Nova Iorque, não é diferente para clientes jovens ou idosos, porém nossas escolhas de movimentos serão direcionadas para cada cliente que nos procura. Particularmente com os idosos, é necessário trabalhar força muscular de membros inferiores, equilíbrio e os movimentos de extensão de tronco. Além disso, precisamos saber que alguns movimentos podem ser altamente contraindicados, como por exemplo, os abdominais realizados com flexão de tronco quando o idoso tiver osteoporose ou uma osteopenia muito importante. Além disso, as sessões devem estimulá-los a sair da postura deitada e levá-los para a postura em pé para que possamos prepará-los para caminhar com segurança. Caminhar com segurança, ter força nas pernas e conseguir responder às demandas de desequilíbrio do ambiente são fundamentais para a prevenção de quedas, eventos que são uma das causas mais importantes de hospitalização e até mesmo morte dos idosos.

Vivian Sant’Anna: Quais as dificuldades de se trabalhar com esse público?

Não existem dificuldades em se trabalhar com este público, mas sim algumas precauções importantes como, por exemplo, conhecer a histórica clínica de cada um para saber se alguns movimentos são contraindicados. O mais importante é que estejamos abertos a escutá-los, respeitá-los em suas limitações e medos, porém devemos sempre motivá-los a ultrapassar estes limites, ainda que um pouquinho de cada vez. Nosso corpo traz emaranhado dentro de si, memórias de toda a nossa vida, e com certeza, os idosos possuem muito mais registros!

Estas memórias podem ser boas ou não, e podem gerar crenças, como por exemplo que, para determinada dor cessar, devemos ficar imóveis. Atualmente, sabemos que a imobilidade traz muito mais danos que o movimento, porém, precisamos olhar para o outro com profundo respeito por sua história e por suas dores. Nós, como profissionais que trabalham com o restabelecimento do movimento, precisamos conseguir auxiliar nosso cliente a reestabelecer conexões de prazer com o movimento, pois a vida é movimento constante.

Vivian Sant’Anna: Com o aumento da expectativa de vida e principalmente de anos de trabalho, investir em qualidade de vida e envelhecer bem se torna cada vez mais valioso, a partir de que idade devemos nos preocupar com isso?

Logo no início das aulas no programa de mestrado escutei uma frase que ficou profundamente marcada em mim: “Envelhece-se como se vive!” , então, o momento de preparar para a longevidade (para os nossos 100 anos!) começa hoje! É importante a gente saber que nossos sistemas corporais começam a envelhecer em diferentes momentos e que envelhecer é um processo que se dá ao longo de nossa vida… Este processo é diferente para cada um e é influenciado por fatores internos (genéticos por exemplo) e fatores externos (cultura, questões econômicos, etc). Por exemplo, nossa pele começa seu envelhecimento geralmente aos 25 anos, nossos músculos e ósseos, em torno dos nossos 35 anos. Então, este processo começa muito mais cedo que a gente geralmente imagina.

De maneira muito simplificada, podemos pensar em 2 momentos, um antes e outro durante o processo do envelhecimento. Tudo o que fizermos antes que o processo de declínio aconteça poderá ser benéfico para essa fase, por exemplo, quanto mais reservas tivermos de massa muscular e óssea (acumulada até aproximadamente os 30 anos de idade e construídas a partir de práticas de atividades físicas desde a infância) menor será nosso declínio ao longo dos anos. Agora, se o processo já começou, isto é, em meados dos nossos 35 anos, essa é uma boa hora para começarmos a nos atentar para nossa saúde física, mental e emocional, para que consigamos manter ao máximo nosso corpo “em dia”.

 Vivian Sant’Anna: E quem já passou desse período ainda tem salvação?

Com certeza! Nosso corpo é uma máquina maravilhosamente desenhada e conseguimos ter ganhos durante toda a nossa vida, então, se a pessoa decide cuidar de sua saúde aos 70 ou 80 anos, com certeza ela conseguirá ter ganhos.

Vivian Sant’Anna: Você acredita que ainda há um preconceito de que “A partir de certa idade não adianta fazer nada…” e como você faz para desmistificar isso?

A primeira resposta que me vem a cabeça, é algo que minha avó falava: “Só não se dá jeito pra morte!” E a verdade é que ela tinha toda a razão. Cada vez mais temos exemplos em nosso estúdio e até mesmo na mídia dos resultados que idosos de mais de 80 anos conseguem quando resolvem se cuidar. Atualmente, tivemos um cliente de 85 anos que chegou até nós pois estava caindo muito. Quando fizemos sua avaliação, constatamos importantes desvios posturais e fraquezas musculares, mas também observamos que sua capacidade cognitiva estava totalmente íntegra. Em menos de seis meses de trabalho, realizando 2 sessões individuais por semana, ele melhorou sua postura e começou a sentir-se mais seguro para caminhar. Então, a melhor maneira de desmistificar essa crença é o idoso se permitir experimentar algo novo em sua vida. Na verdade, sair da zona de conforto é um treino que devemos fazer diariamente, independente de nossa faixa etária, pois somente fora dela é que poderemos alçar novos vôos.

 Vivian Sant’Anna: Quais as novidades que podemos esperar?

Atualmente, conseguimos realizar uma publicação internacional sobre os benefícios do método Pilates de Solo para os idosos e, já estamos com novos trabalhamos em andamento. Neste momento, estamos desenhando um novo protocolo com movimentos para a prevenção de quedas em um equipamento específico do Método Pilates. Então, a partir de 2019 poderemos compartilhar os resultados desta nova pesquisa para toda a comunidade.

 

 

Como escolher meu nicho no mercado?

Empreender é o sonho de muitos profissionais. Ser o dono do próprio negócio e traçar seus próprios caminhos é o desejo de dois terços dos brasileiros (66%) segundo uma pesquisa realizada pela MindMiners, encomendada pelo PayPal, que fez um raio X do empreendedorismo no Brasil.

Mas como escolher o nicho do mercado para investir? É um pergunta difícil, afinal não há uma fórmula perfeita para o sucesso (ainda vamos descobrir, certo?).

Seguem algumas dicas:

Paixão
Se você vai abrir um negócio, o ideal é que seja relacionado a algo de que você realmente goste, que te mova.

Isso porque, é muito importante estar sempre atualizado nas novidades do seu segmento. Já pensou ter que estudar algo de que você não gosta?

Então, encontrar algo de seu interesse facilita muito na hora de criar um bom produto e serviço. Pergunte-se sempre: quero continuar trabalhando com isso daqui a alguns anos?


Habilidade

Ter habilidades que façam o seu negócio andar é essencial. Se não as tiver, desenvolva-as. Pode ser com a ajuda de um profissional ou através de cursos que o prepare para atuar neste negócio.

Por exemplo: se sua empresa venderá cosméticos, é preciso ter habilidade para lidar com o público feminino, entender sua linguagem, suas necessidades, e suas expectativas.

Dinheiro

O seu produto ou serviço resolverá o problema do seu cliente. Ele está disposto ou tem condições financeira para pagar por eles?

Lembre-se: o dinheiro só vem quando você consegue entregar valor para as pessoas.

 

Delivery de roupas é novo modelo de negócio

Com um mercado cada vez mais competitivo e não importa o segmento, empreender algo novo parece impossível. E é por isso que digo aos meus clientes (coachees) é preciso entender o mercado o qual abrirá seu novo negócio e enxergar soluções para os problemas do seu público alvo.

E ultimamente focar em um nicho menor de mercado tem rendido bons resultados no final do mês (vou falar sobre como escolher seu nicho no mercado em breve).

O gestor ambiental Cláudio Tomaz Leterio, de 49 anos, e a esposa Marta Leterio, de 47, professora de matemática e especialista em neurociência aplicada à educação são os personagens da minha conversa de hoje aqui no Blog.

Já perceberam que eles vêm de áreas que nem de longe conversam com o mercado de varejo? Pois é, mas desde maio eles se debruçam em um novo negócio, que aliás, é novo para a região: uma loja infantil delivery, a Thuty Kids.

O pedido é feito através do site da loja, o cliente escolhe as roupas e recebe em casa.

Ok! Você deve estar pensando: Ah, um e-commerce! Não. No sistema delivery você pode experimentar antes de comprar. A ideia é receber suas escolhas em casa, em uma mala, experimentar e depois decidir com qual peça irá ficar.

Quais as vantagens? A Marta, sócia proprietária da Thuty Kids, listou:

– A praticidade de não precisar se deslocar até uma loja com a criança ou ir sozinha e correr o risco da roupinha não servir e ter que fazer o processo novamente, conhecido como troca;

– A segurança de conhecer a qualidade do produto e provar as roupas antes de decidir pela compra;

– A tranquilidade de escolher os looks  em casa respeitando o momento da criança, sem gerar estresse para ninguém;

– O delivery junta o melhor dos dois mundos, a segurança da loja física com a praticidade da loja online;

E ai surge a pergunta, como funciona todo esse mecanismo. A Marta me explicou:

A cliente acessa o site, faz um breve cadastro e entramos em contato por meio do WhatsApp, quando ela tem a oportunidade de nos informar algum gosto específico.

Então, agendamos uma data e horário de entrega e retirada da malinha. Na data combinada enviamos para casa da cliente uma malinha com roupas que foram escolhidas de acordo com as características que nos foram informadas.

Após dois dias, no horário combinado, voltamos para retirar a malinha e o pagamento é realizado. O que é legal? Percebemos que com esse processo evitamos o desconforto da troca, porque a cliente já provou a roupa no seu filho, verificou a qualidade e se sente segura para comprar e já começar a usar.

E por ser um novo modelo de negócio na região, os desafios são sempre maiores. Para Marta e o Cláudio não é diferente. Então quais são as dificuldades?

“Fazer o cliente acreditar que o serviço existe mesmo. As pessoas ainda pensam “parece muito bom para ser verdade”, ainda mais porque não cobramos frete. O primeiro contato que o cliente tem com o delivery gera muitas dúvidas e o maior desafio é entender quais são essas dúvidas para poder saná-las”, conta Marta Leterio.

E a dica para quem quer ingressar nesse mercado de varejo, Marta?

“Estudar o seu mercado e a sua região, ter um planejamento, ser persistente porque as coisas não acontecem da noite para o dia. Trabalhar com muita qualidade, ter um olhar especial para o atendimento e desenvolver sempre um diferencial”, finalizou.

 

 

 

Foco no atendimento: Pesquisa revela que consumidores pagariam 30% a mais por um produto se tivessem um atendimento melhor

O assunto de hoje é: atendimento! Recebo muitos relatos de amigos e clientes reclamando do atendimento recebido em alguns locais, então hoje, aqui no Blog Você Empreendedor vou apresentar dados para te convencer a tratar essa área como a mais importante da sua empresa.

Pesquisas revelam que consumidores pagariam 30% a mais por um produto se tivessem um atendimento melhor. Além disso, o Brasil ficou em penúltimo lugar no quesito simpatia dos vendedores, perdendo apenas para o Japão.

Imagine quantas oportunidades você e sua empresa estão perdendo por não treinar corretamente os funcionários que estão na linha de frente do negócio?

Pois é! Muitos negócios.

Outra informação importante é a de que é seis vezes mais caro conquistar um novo cliente do que manter os atuais. Além disso, cada cliente mal atendido é capaz de influenciar a opinião de outras pessoas online e offline sobre a sua empresa, seja positivamente ou negativamente.

Sim, eles tem o poder na mãos!

Então reflita: Mais do que vender produtos as empresas devem proporcionar uma experiência de compra. Muitos empresários deixam de ganhar muito dinheiro por não se preocupar com o  atendimento de seus clientes. O momento mais importante de uma empresa é o da venda. Negligenciar essa área e não buscar profissionais capacitados e motivados para fazer esse trabalho é direcionar o seu negócio para o fracasso.

E atenção!

O preço deixou de ser o diferencial. As informações estão mais do que disponíveis e provavelmente seu concorrente tem características muito parecidas com a sua. Então o que vai determinar quem fará a venda é aquele estabelecimento que verdadeiramente encantar o seu cliente.

Fica a dica!

Quer entender melhor o assunto e melhorar seu atendimento? Mande suas dúvidas para [email protected]

 

Brasileiros não abrem mão de viajar e impulsionam o mercado de turismo

O número de agências de viagens e operadoras formalizadas no Brasil cresceu nos últimos cinco anos — com uma alta de 52,6% em relação a 2013. De acordo com um levantamento recente, baseado em dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), o total de empresas registradas no segmento saltou de 54.842, em 2013, para 83.664 neste ano.

E com o crescimento de agência de viagens, será que financeiramente o mercado tornou-se vantajoso e os brasileiros estão mesmo viajando mais? Dados coletaram, que nas férias de verão de 2018 o mercado já apontou recuperação do setor de turismo. Aumentou o número de brasileiros que deram um jeito de viajar.

O brasileiro não abre mão de viajar nas férias e os números mostram uma retomada do setor de turismo, mas as viagens ficaram mais curtas. É tão longe, mas, em 12 vezes, fica bem mais perto.

Para conhecer melhor o setor e também o mercado de turismo, conversei com a Ana Paula Rosa e Lívia Pinheiro, proprietárias da 4You Travel, em São José dos Campos.

Vivian Sant’Anna: Como avalia o mercado de turismo hoje? Sente uma crescente mesmo com os dados revelados que os “passageiros” preferem a viagens mais curtas?

A crise econômica que enfrentamos afetou todos os setores e o de turismo não foi diferente.As pessoas hoje buscam o melhor custo/benefício nas suas viagens e é aí que as agências especializadas atuam. Contando com o conhecimento de um agente, é possível viver uma grande experiência por um custo que cabe no seu bolso.

As vezes a solução é a realmente a redução na duração da viagem ou na distância do destino mas, para nós da 4You Travel o grande diferencial está em encontrar uma experiência perfeita para aquele orçamento.

Vivian Sant’Anna: A facilidade no pagamento dos pacotes de viagens estão mais atrativos, foi uma maneira de vender mais?

Hoje o mercado financeiro oferece vários produtos específicos ao turismo e eles são importantes para uma fatia do público, basta ver a evolução do perfil do passageiro aéreo no Brasil.

Alguns continuam pagando à vista quando percebem alguma vantagem, mas realmente muitos preferem   o parcelamento em até  doze vezes sem juros.

Vivian Sant’Anna: Quais os principais destinos escolhidos pelos passageiros?

Muitos ainda procuram Disney, Europa Clássica ou Turismo de Aventura. A 4You Travel se especializou em experiências personalizadas para a pessoa que está na nossa frente naquele momento. Para isso formamos parcerias com várias operadoras para oferecer pacotes personalizados.

Vivian Sant’Anna: O que mais atrapalha na hora da venda de uma viagem? O valor da moeda internacional abala bastante as vendas?

Quando falamos de destinos internacionais sem dúvida que a valorização do dólar é uma variável sensível no custo total da viagem e por isso é importante um bom planejamento, de preferência com bastante antecedência.

Nesse ponto, poder contar com um bom agente é fundamental, indicando quando comprar, qual meio de pagamento usar, se vale a pena viajar com dólares ou com moeda local entre outras dicas que podem reduzir significativamente o custo da viagem.

Vivian Sant’Anna:  Qual o perfil do seu cliente hoje? Faixa etária e sexo?

Para nós o mais importante é entender o que a pessoa quer viver e proporcionar uma experiência inesquecível, independente da idade, sexo ou de qualquer outra característica.

Hoje, com esse foco, atendemos desde crianças de 12 anos que querem viver a experiência de participar de um acampamento de futebol nos EUA até grupos da terceira idade que viajam de navio com seu cantor preferido.

Percebemos que apesar do avanço da tecnologia e a facilidade de compras de viagens pela internet, os clientes ainda buscam o cuidado e atenção e esse é o diferencial.

Vivian Sant’Anna:  Qual é media de valor das viagens vendidas hoje?

O valor das viagens das pessoas que entram na nossa agencia varia muito.

Temos clientes nos procuram para comprar só uma passagem de avião ou para realizar o casamento no Caribe.

Nós apostamos que no atendimento personalizado faz a diferença, aliás, a fidelização de Clientes é realmente o que importa 4YouTravel.