Tendência: mercado de alimentação saudável é aposta de empreendedoras

Vivendo um intercâmbio cultural entre Portugal e Brasil, as empresárias Camila Medici e Geisa Richetti vão comandar a Mandí – cozinha criativa

Não é de hoje que vemos o crescimento das opções saudáveis no nosso dia a dia, principalmente quando falamos de alimentação. A crescente busca por alimentos mais naturais, orgânicos, livres de conservantes e outros aditivos químicos, tem ganhado espaço em meio a empreendedores dispostos a investir.

Se antes o consumo de alimentos saudáveis e integrais era feito exclusivamente por um público com maior poder aquisitivo, hoje, já é possível enxergar uma disseminação desses produtos, e a alta da demanda tem incentivado o surgimento de lojas naturais, espalhadas por diversos bairros das cidades.

Os empresários que reconhecem esse segmento como um bom mercado para investir, com certeza acerta! Mas é claro que é preciso fazer diferente, não é mesmo? Afinal são muitas as novas opções.

Em São José dos Campos, as amigas Camila Medici e Geisa Richetti, estão prontas para abrir a Mandí – cozinha criativa, que irá  atender ao público de todo Vale do Paraíba, com serviço que serviço que alia praticidade a uma alimentação saudável nos principais estabelecimentos do ramo, como academias, lanchonetes e cafés.

“A ideia é oferecermos atendimento altamente personalizado e ágil, e também serviço delivery com opções de entregas semanais. Serão lanches e refeições saudáveis, segura para celíacos e alérgicos, pois não possuem glúten, lácteos ou contaminação cruzada, além de opções veganas”, conta as empresárias.

E saber como acontece a organização inicial da empresa é bastante curioso, não é mesmo? Ainda mais quando uma das sócias vai comandar a empresa de outro país. Um baita desafio.

Por isso, é claro, que fui bater o papo com as meninas para saber o que elas estão tramando por ai. Confira meu bate-papo :

Vivian Sant’Anna: Quando e porque surgiu a ideia de criar a Mandi?

Camila Medici:  A criação da Mandí tem muita relação com o nosso encontro! Eu e a Geisa temos uma grande amiga em comum. Por meio dela, nos conhecemos. Porém, por muito tempo, o nosso contato foi a distância, já que cada uma morava em um lugar. Ano passado, fiquei sabendo que a Geisa (que morava em Florianópolis), estava de mudança para São José dos Campos, em busca de novas oportunidades. Nesse mesmo período, eu estava no Brasil (venho algumas vezes ao longo do ano) e então, a gente se conheceu pessoalmente e descobrimos que tínhamos muita coisa em comum e o mesmo propósito de projeto. Queríamos entrar em um negócio que tivesse uma finalidade saudável, alinhado com o nosso estilo de vida.  Então, com a expertise de cada uma, sentamos e amarramos alguns pontos. Com isso, em menos de um mês fechamos sociedade e já decidimos colocar em prática o andamento e a criação da empresa.

Vivian Sant’Anna: Qual a missão da Mandí?

Geisa Richetti: Assumimos com o mercado a missão e o dever de oferecer produtos de elevada qualidade! Todos os produtos são orgulhosamente produzidos por nós, a partir das mais exigentes condições de segurança e higiene alimentar, desde a seleção dos fornecedores de matérias-primas até o produto final.

Vivian Sant’Anna: Como vocês a gerenciam, em vista que uma das sócias fica em outro país? Como é essa divisão de tarefas?

Camila Medici: Hoje em dia a comunicação é bem tranquila, conseguimos fazer negócios de qualquer lugar do mundo, só precisamos de uma boa internet. Nessa primeira fase, da construção e criação da empresa, estamos sempre conversando e decidindo as ações juntas. Com o tempo, a tendência é:  a Geisa ficar frente a concepção dos produtos, organização do dia a dia, e eu da parte administrativa e financeira.  É importante destacar, que quando sentimos a necessidade, também buscamos formas de estarmos juntas. Foi o que aconteceu recentemente. A Geisa veio para Portugal para amarrarmos alguns pontos, como por exemplo, a finalização do cardápio. Fizemos juntas um estudo de campo, percorremos diferentes estabelecimentos dos mais simples aos requintados. Com isso, ganhamos mais técnicas que com certeza irão agregar benefícios ao nosso trabalho. Nosso próximo encontro será no Brasil, em março, com a inauguração da Mandí.

Vivian Sant’Anna: O que é mais difícil de se fazer quando há a distância física do negócio?

Geisa Richetti: Com certeza provar os produtos.  Fora isso, temos uma comunicação muito boa, e qualquer dúvida ou problema que aparece, já resolvemos.  O fuso de Portugal também ajuda, é de somente duas horas, então conseguimos conversar boa parte do dia.

Vivian Sant’Anna: Atuar no mercado saudável sempre foi a ideia?

Geisa Richetti: A Camila já foi atleta, tem uma alimentação bem natural e treina bastante. Então, o saudável já faz parte do dia a dia. Já eu, entrei nesse mundo por meio da necessidade de melhorar a alimentação dos meus filhos.

Vivian Sant’Anna: Quais as maiores dificuldades que encontraram para construir a empresa?

Camila Medici: Abrir uma empresa requer muitas ações. Então, como também vamos ter um espaço físico, para a produção e andamento da empresa, ultimamente o que tem sido mais difícil são os prazos da prefeitura. Infelizmente eles têm muita demanda atrasada, então temos que esperar esses prazos para poder dar entrada em diversos documentos.

Nota da Vivian:

Os números para o mercado de alimentação saudável são mesmo animadores. A crescente do faturamento dessas empresas é acompanhada, assim como o aumento do público que as consome. Fica a dica para quem quer empreender. Mas lembre-se é preciso pensar diferente. Trazer novidades e sempre lembrar da pergunta: Qual problema vou resolver par ao meu cliente?

Outro ponto: se você quer empreender à distância a dica são duas primordiais: Tenha um equipe de confiança e use e abuse das tecnologias. Hoje com a internet em mãos não há distância. Converse, planeje, execute e tudo dará certo 😊

Jovens empreendedores: números apontam crescimento dos jovens que abrem seu próprio negócio

Diogo Magalhães e Isabella Gallo, estão à frente do Bella Granola

Parece que os jovens estão querendo, cada vez mais, independência e tem se tornado empreendedores desde cedo.  Essa é uma das principais descobertas da pesquisa GEM 2017, do Sebrae/IBQP, que revela o novo perfil do empreendedor no País. Ela aponta que a participação de pessoas entre 18 e 34 anos no total de empreendedores em fase inicial cresceu de 50% para 57%. Isso significa que são nada menos que 15,7 milhões de jovens atrás de informações para abrir um negócio ou com uma empresa em atividade no período de até 3 anos e meio.

E não pense que esse empreendedorismo jovem está longe da gente. Em São José dos Campos, Diogo Vilela Magalhães , de 24 anos, e Isabella de Oliveira Gallo , de 23 anos, comprovam esses números. Os dois decidiram investir no próprio negócio em 2017 e apostaram no segmento saudável para trilhar seu caminho nos negócios. A Bella Granola é a marca criada pelo casal que comercializa 5 tipos de granolas diferentes, além do leite de coco em pó e o capuccino vegano.

Presente em 5 estados brasileiros, a marca cresce a cada dia. E tudo começou em casa. Isabella estudou nutrição e já era adepta de receitas saudáveis e viu no hobby a oportunidade de crescer e tornar a sua distração em um negócio que rendesse um dinheiro extra.

“Sempre fiz receitas em casa para consumo próprio, até que alguns amigos, depois de provarem, tiveram interesse em começar a comprar. Foi aí que juntos vimos a oportunidade de ganhar um dinheiro extra, e tornamos a granola em um produto e negócio mais sério, mas não imaginávamos que daria tão certo e cresceria tão rapidamente quanto foi”, lembra ela.

Ficou curioso sobre essa história? Então vem ler meu bate papo com esse casal de empreendedores que mostram que sim, é possível empreender e ter sucesso mesmo com pouca idade.  


Vivian Sant’Anna: Qual a missão da empresa? Pesquisas mostram que jovens empreendedores montam uma empresa não apenas para lucrar, mas também como intuito de mudar o mundo. Vocês também pensam assim?

A nossa missão é levar alimentos que sejam realmente saudáveis e também saborosos aos clientes, sem propagandas enganosas por trás dos rótulos como vemos muito por aí nos produtos que se dizem saudáveis. O mercado hoje em dia está se voltando para um consumo mais consciente, tanto para a questão ambiental quanto para a qualidade do alimento que se consome, e ficamos muito felizes com isso, pois nós buscamos ser uma empresa que se preocupa com essas duas questões.

Vivian Sant’Anna: Atuar no mercado saudável sempre foi a ideia? Vocês tem hábitos saudáveis? Quais?

Não exatamente. Sempre quisemos empreender, mas não sabíamos onde. Como eu (Isabella) era estudante de nutrição na época, sempre me preocupei com a alimentação e desenvolvia receitas saudáveis e foi assim que nasceu a marca. Procuramos ter uma alimentação saudável e equilibrada, além de praticar atividades físicas diariamente.

Vivian Sant’Anna:  Nos conte um pouco sobre a Bella Granola: como ela é produzida, quais são os tipos de produtos, e quais os pontos de vendas – aqui pode citar com quantos começaram e quantos estão hoje?

A produção é artesanal – feita por nós mesmos –  assim como quase todo o trabalho da empresa. Começamos produzindo em casa e com o crescimento da empresa, montamos uma cozinha para a fabricação e um escritório. Atualmente nós temos 5 tipos de granolas diferentes, além do leite de coco em pó e o capuccino vegano. Nossos pontos de venda hoje em dia são mais de 40, em 5 estados diferentes, e temos como um de nossos clientes a rede Mundo Verde em várias cidades.

Quando começamos, tínhamos apenas 2 pontos de venda na cidade de São José dos Campos, o Mercado Equilíbrio e a Natural Valle, que foram os que acreditaram nos produtos desde o início, quando tínhamos apenas 1 tipo de granola para venda.

Vivian Sant’Anna: Vocês sempre quiseram empreender ou aconteceu de maneira diferente?

Sempre quisemos empreender, mas não imaginávamos que seria com a Bella Granola que teríamos nossa fonte de renda. Quando percebemos a oportunidade, fomos batalhando para fazer o negócio crescer cada vez mais.

Vivian Sant’Anna: Como dividem o trabalho?

Executamos a maior parte dos trabalhos da empresa juntos, mas algumas funções são mais específicas para cada um. Eu (Isabella) me responsabilizo mais pelas redes sociais, por exemplo, e eu (Diogo) fico responsável mais pela parte burocrática.

Vivian Sant’Anna: Em quais marcar vocês se inspiram?

Na verdade, não nos inspiramos em nenhuma marca específica. O intuito sempre foi criar produtos diferentes nesse ramo dos que já existiam no mercado, que fossem de qualidade e realmente saudáveis. O que nos inspirou foi a vontade de produzir um produto diferenciado dos demais já existentes, e por esse motivo acreditamos que os produtos foram tão bem aceitos pelos clientes.

Vivian Sant’Anna:  O que vocês acharam mais difícil na hora de criar a empresa?

Ao criar o produto, nós sabíamos que o seu preço de mercado seria mais alto que os demais da mesma categoria (granolas), por ser artesanal e feito com ingredientes realmente saudáveis. Então, uma das maiores dificuldades foi fazer com que as pessoas acreditassem na marca e nos produtos, e pagassem pelo valor que o produto vale.

Não ter capital para fazer um investimento maior na empresa também foi uma das dificuldades. Por isso, estamos evoluindo aos poucos, subindo um degrau de cada vez.

Vivian Sant’Anna:  Deixe uma dica para jovens que querem empreender.

Uma dica é estudar o mercado, e ver aonde você consegue se encaixar e se destacar com mais facilidade. É essencial que você encare o desafio, saia da zona de conforto, seja criativo e saiba que nem sempre vai ouvir um sim, ainda mais sendo jovem. Muitas pessoas podem não te levar a sério e acreditar em você por te achar “novo demais”. É preciso estar preparado para diversas situações e acreditar no seu produto/negócio e não desistir.

Nota da Vivian Sant’Anna:

Enquanto alguns ainda pensam que para ter o sucesso profissional é preciso colecionar diplomas ou está inserido no quadro de colaboradores de grandes empresas, muitos jovens apostam em carreiras dinâmicas, criativas e com menos cobranças e hierarquias. A nova geração vai além de ser o seu próprio chefe, ela enxerga no empreendedorismo a possibilidade de trabalhar com algo que gosta e gerar um impacto positivo no mundo. Se você despertou e quer empreender, vai ai algumas dicas:

  • Tenha foco;
  • Escolha seu mercado de atuação;
  • Pense nas necessidades das pessoas;
  • Se planeje;
  • Não desista.

Leia também:

O setores mais lucrativos para investir: https://voceempreendedor.ovale.com.br/os-setores-mais-lucrativos-para-investir/

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Gelateria investe em produção artesanal para se diferenciar no mercado

Isabel Santos e Sandra Chaves estão à frente da Artesane Gelateria, em São José dos Campos

Quem aqui não gosta de tomar aquele sorvetinho de sobremesa? Aliás não só de sobremesa, não é mesmo? Sorvete cai bem em qualquer hora do dia. Ainda mais se ele for produzido de maneira especial: artesanal, com ingredientes saudáveis e de boa qualidade, sem corantes e conservantes. Sim, esse sorvete existe, e são os gelatos.

A diferença entre eles? Os gelatos por serem armazenados em uma temperatura muito mais alta do que a do sorvete tradicional, eles deixam um rastro de sabor mais intenso no paladar, criando uma textura mais suave e uma cremosidade bem mais delicada.

Entendem agora por que os italianos adoram tomar gelatos no inverno, sem sentirem frio? O sorvete, por sua vez, já proporciona uma sensação mais próxima à do gelo, com uma textura mais pesada e cremosidade densa.

Ai, deu até fome né?

Bom, vamos aos números!

O surgimento de novos tipos de sorvete, com variações como premium, gourmet, orgânicos e veganos, deve fazer o mercado crescer cerca de 81% até 2020, segundo pesquisa da Mintel, uma empresa global de inteligência de mercado. Por isso, é importante que o empreendedor da cadeia produtiva, desde a indústria até o comércio, se prepare para a alta do consumo.

Nos últimos anos, o consumo de sorvetes no Brasil cresceu constantemente, segundo pesquisa da Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (Abis). O volume saltou de 686 milhões de litros em 2003 para 1 bilhão em 2016, com destaque para 2014, que teve uma alta de consumo de 1,3 bilhão. O país é o 10º maior produtor mundial e o 11º maior consumidor, sendo o Nordeste a região com maior número de vendas.

Ufa, é um mercado bom para se atuar, não é mesmo?

E que tal conhecer a história de quem vive nele? Conheci as sócias-proprietárias da Artesane Gelateria, Sandra Chaves e Ana Isabel Santos, que desde 2016 estão empreendendo no segmento em São José dos Campos.

Em um bate papo super bacana e delicioso (tive que experimentar alguns sabores, né?) Elas me contaram como chegaram até aqui e porque escolheram os gelatos para chamar “de nosso negócio”. Confira:

Vivian Sant’Anna: Qual o grande diferencial da Artesane?

A maneira como fazemos o sorvete e os ingredientes que utilizamos.  Somos uma gelateria realmente artesanal e que trabalha com a verdade na produção e na comunicação. Além das receitas terem sido desenvolvidas por nós, utilizamos produtos originais de altíssima qualidade.  Os produtos são de verdade não utilizamos corantes ou saborizantes artificiais.

Os sabores de fruta são feitos com frutas e não com pastas saborizadas que contêm pedaços de frutas. Procuramos trabalhar com as frutas da estação para diminuir o teor de açúcar, esse aliás é um grande diferencial, pois empregamos baixo teor de açúcares em todas as receitas. Alguns sabores, levam a mesma quantidade de açúcar quanto certos iogurtes vendidos nos supermercados.  Gorduras trans ou hidrogenadas também não fazem parte da nossa realidade, optamos por utilizar óleo de coco e creme de leite fresco. Isso faz que nossos sorvetes sejam nutritivos, frescos e com textura e sabor incomparáveis.

Vivian Sant’Anna: Como fazem para driblar a sazonalidade dos produtos?

Na gelateria, oferecemos não somente gelatos e subprodutos dele como picolés, por exemplo, oferecemos também cafés, petits gâteaux, tortinhas salgadas e walffles. Esses produtos ajudam a driblar a sazonalidade. Além disso, procuramos aumentar a nossa gama de clientes, fornecendo nossos produtos para eventos, hotéis, buffets, bares, lanchonetes e restaurantes.

Vivian Sant’Anna: Quando teve início a iniciativa com produtores regionais?

Logo que abrimos a gelateria perseguíamos essa iniciativa. Desde o início, o leite e o creme de leite frescos que utilizamos vêm de um produtor de Jambeiro, assim como a água e o café de Monteiro Lobato. Algumas frutas orgânicas, conseguíamos pegar diretamente de produtores da região, mas hoje, as parcerias cresceram significativamente, a maior parte dos nossos fornecedores é da região, assim como parceiros revendedores. Fortalecer, a cada dia, nossos vínculos com a região faz parte dos nossos objetivos. Acreditamos, realmente, que ao trabalharmos com nossos vizinhos, todos ganham, crescem e, sobretudo, geram mais empregos e riqueza.

Vivian Sant’Anna: Como perceberam a demanda para produzir gelatos especiais: sem açúcar e sem lactose?

Já nascemos com essa preocupação e com a crescente demanda, isso apenas se confirmou.  Nossos sorbets sempre são feitos sem leite, utilizamos fruta e água. Na Artesane, não produzimos, somente, gelatos ou sorbets sem açúcar ou sem leite, as nossas tortinhas salgadas são sem glúten, o nosso petit gateau e waffle são sem glúten e veganos, a nossa casquinha também faz parte dessa demanda, ela é vegana, sem glúten, sem leite, baixo teor de açúcares e funcional.

Vivian Sant’Anna: Quais são as tendências que você observa no mercado?

Atuamos no segmento de sobremesas e observamos a busca de uma sobremesa que seja um complemento saudável da alimentação. Aos poucos, a população brasileira está entendendo a diferença entre os sorvetes industriais ou “ditos” artesanais. Os pais estão mais atentos a alimentação de seus filhos, bem como a própria. E não tem jeito, a matemática é simples, produtos de qualidade custam mais. Existe uma enorme diferença entre oferecer sabores básicos, artificiais e sem nutrientes acompanhados de coberturas saborizadas, balas, ou biscoitos e uma vitrine com até 20 sabores artesanais com ingredientes originais e de qualidade, somado a uma casquinha artesanal sem glúten, vegana,  deliciosa, rica em fibras e crocante.  Além de baixo teor de açúcares, de sódio e de gorduras nefastas, uma sobremesa deve ser nutritiva, contendo carboidratos, proteínas, minerais, fibras e lipídios de maneira balanceada.

Dica da Artesane:
Quem tiver mais curiosidade sobre o Gelato Italiano e gostar de uma boa leitura em inglês, acessar a reportagem da jornalista Erla Zwingle: https://craftsmanship.net/coda-summer-day-secrets-italian-gelato-master/


Nota da Vivian Sant’Anna

Como em todo mercado é preciso inovação. Inovar é a palavra de ordem. O mercado de sorvete, assim como outros mercados, está passando por uma fase de mudanças e os empreendedores que se atentarem mais às novas tendências, terão maiores chances de sucesso. Produtos saudáveis estão em alta, fica a dica! 😉