Por que você deve engajar seus funcionários?

Em um mercado tão competitivo, a palavra de ordem é a produtividade. Porém, todo bom gestor deve saber que é impossível atingi-la apenas com investimentos em equipamentos e infraestrutura. O fato essencial é o engajamento de equipe. E você entende essa importância?

Uma pesquisa realizada pela corretora de seguros AON mostrou que empresas que enriqueceram viram a motivação de seus funcionários subir. A pesquisa aponta que um aumento de 3 pontos nos lucros está diretamente ligado a um crescimento de 5 pontos no engajamento no ano seguinte.

Listei alguns motivos fundamentais para você entender porque esse engajamento é essencial. Confira:

Identificação do colaborador com os valores da empresa: Quando isso acontece, o funcionário cria uma ligação afetiva com a empresa, o que o leva a empregar um alto índice de energia na realização de suas tarefas. Ela é seguida por entusiasmo, comprometimento e resiliência, levando a resultados expressivos;

– Satisfação do colaborador: exercendo uma atividade prazerosa, esse colaborador dissemina uma imagem positiva da empresa diante do mercado, já que eles se tornam uma forte ferramenta de marketing da organização;

– Menos custos para a empresa: colaboradores engajados, motivados e satisfeitos fazem com que o custo da empresa caia, não havendo necessidade de frequentes contratações e também demissões;

– Trabalho de excelência: com mais produtividade e profissionais em sintonia, a empresa tem mais tempo para rever procedimentos e estabelecer práticas que reduzem a ocorrência de erros, pois tem o compromisso com a qualidade de seus profissionais e serviços;

– Ele é a visão que seu cliente tem da sua empresa. A imagem que seu cliente faz da sua empresa é formada pela forma como os integrantes da empresa tratam esse cliente. Deixar de cuidar desses integrantes é deixar de lado a sobrevivência da sua empresa.

 

 

 

Jovens empreendem cada vez mais cedo: conheça a história da Jéssica Faria

Jéssica Faria (sentada) com sua equipe

Se você pensa que para ser um empresário de sucesso é preciso usar terno e gravata, salto e roupa social, esquece. E se acredita que apenas os que passaram dos 40, que são mais experientes, chegam ao topo, está na hora de mudar de ideia.

Um pesquisa realizada pelo Sebrae, no ano passado, revelou o novo perfil do empreendedor no País. Ela aponta que a participação de pessoas entre 18 e 34 anos no total de empreendedores em fase inicial cresceu de 50% para 57%. Isso significa que são nada menos que 15,7 milhões de jovens atrás de informações para abrir um negócio ou com uma empresa em atividade no período de até 3 anos e meio.

A Jéssica Gabriele de Faria tem 23 anos e há 4 comanda o seu próprio negócio , um salão de beleza que inclui serviços de estética, cabeleireiro e sobrancelhas.

“Comecei há 4 anos. Nos dois primeiros anos trabalhei sozinha, mas depois o negócio foi crescendo e a demanda também. Há dois anos conto com uma equipe de profissionais, hoje somos em 7”, conta Jéssica.

Ela é esteticista e revela que no início contou com a ajuda do pai para as questões administrativas. “Ele me ajudou muito no início. Para mim o desafio era gerenciar pessoas, e hoje enxergo essa parte como a mais difícil e complexa do meu trabalho”, conta.

Mudança

Jéssica investiu na nova infraestrutura para melhor atender suas clientes

Recentemente Jéssica ampliou o negócio e investiu em uma nova estrutura para oferecer melhor atendimento para a clientela.

Percebi que de acordo com o perfil das nossas clientes precisávamos melhorar o nosso espaço e nossa localização. Antes de investir em um novo endereço conversei com as minhas clientes para verificar se essa mudança seria realmente boa para elas e tive um retorno positivo”, revela.

Organização

Tudo que muda, gera algumas novas ações. A Jéssica precisou se organizar financeiramente para administrar todo o investimento. “Quando o seu negócio cresce você enxerga a importância de ter uma base sólida, principalmente quando falamos em finanças. É preciso organização e coragem para arriscar e se empenhar muito para crescer sempre”.  

Profissional  multitarefa

Sempre falo aqui no Blog que um bom empresário precisa entender um pouco de tudo. De cada processo do seu negócio. A Jéssica não só atende suas clientes, como também gerencia sua equipe. “É preciso saber administrar seu tempo e trabalhar para desenvolver um perfil de liderança. Afinal, sou eu quem está à frente de tudo no meu salão. Liderar é meu desafio diário”.

 

 

Dica para jovens empreendedores

“Procure informações e instruções sobre o que quer abrir, quanto vai investir e principalmente sobre o mercado que deseja entrar”, finaliza Jéssica Faria.

5 erros que os novos empresários cometem

 

Começar em um novo negócio não é tarefa fácil, nem mesmo para aqueles que já estão familiarizados com o mundo empresarial. Mas, principalmente aqueles que empreendem pela primeira vez, alguns erros são comuns e é possível evitá-los se tiver atenção.

Então se você é um novo empresário, fique atento as minhas dicas:

1 – Incoerência no plano estratégico

Muitos têm dificuldades de traçar planos estratégicos de acordo com os objetivos. Muito vago? Por exemplo, se planeja ter um restaurante para atender o público A+ é preciso em primeiro lugar preocupar-se com a qualidade de seus produtos. Ela é mais importante até que a concorrência. Para alcançar esse público mais exigente é preciso investir em uma boa localização, divulgação, decoração entre outros.

2 – Não ter planejamento financeiro

Em primeiro lugar é preciso separar as despesas pessoais e da empresa. Muitos já começam errando por aí. Ter reservas financeiras para cada “departamento” é essencial. Por exemplo, para marketing vou investir X, para compras vou investir Y. É muito importante ter em mente esses números para que saiba qual estratégia traçar para alcançar seus objetivos.

3 – Ignorar a concorrência

É preciso tê-los no seu radar. Acompanhar o que o outro está fazendo é essencial para aperfeiçoar suas estratégias de negócios. Ignorá-los só vai atrapalhar.

4- Subestimar o mercado

Ninguém sabe de tudo e para se dar bem é preciso estar aberto a novos aprendizados. Afinal, tem coisas que a gente só aprende fazendo e errando. Muitos novos empreendedores se acham os donos da razão e muitas vezes esse é um dos piores erros a se cometer.

5 – Vender a qualquer custo

O erro fatal de toda nova empresa. Na primeira dificuldades muitos se desesperam e acabam por deixar de lado qualidade, focando na quantidade. Resultado? Clientes insatisfeitos.

Atendimento personalizado fideliza clientes e aumenta vendas

A empresária Daniela Bonkowski

Para se destacar no mercado, não importa qual seja o seu negócio, é importante apresentar um serviço diferenciado para criar uma boa relação com o cliente. Adotar estratégias de atendimentos personalizados e produtos exclusivos tem sido a aposta de alguns novos empreendedores.

Um desses negócios, que conheci, foi a boutique de calçados Emporium Bonk, recém inaugurada em São José dos Campos. Comandada pela empresária Daniela Bonkowiski o espaço oferece modelos exclusivos de sapatos com marca própria e atendimento personalizado, onde você pode até levar o seu look para provar com os modelos.

Daniela explica: “Todas as mulheres ficam indecisas na hora de escolher o sapato ideal para o look. E muitas vezes ir a uma loja de varejo convencional nos faz comprar por impulso sem saber ao certo se aquela escolha é mesmo funcional. Pois ela não vai levar todo seu guarda roupa para provar com o sapato escolhido. A ideia é que a Emporium Bonk seja aquele closet de sapatos que muitas sonham em ter”.

Diferencial: atendimento com hora marcada fora do horário de funcionamento (que é das 11h às 19h – de segunda a sexta-feira) e possibilidade de ficar lá por horas experimentando todos os modelos até achar aquele que mais agrada.

O espaço

A boutique traz modelos exclusivos com marca própria

O espaço é aconchegante com decoração nos tons claros, lustre de cristal e ao o meio um poof ( já falamos aqui a importância do design de inteiores no seu estabelecimento comercial com uma entrevista com a arquiteta Cláudia Carriço – https://voceempreendedor.ovale.com.br/como-a-arquitetura-comercial-impacta-nas-vendas/).

E é mais confortável mesmo que você se sente ao entrar. Já que é para ser um extensão do closet, nada mais assertivo que pensar em um ambiente que faz a cliente querer ficar ali por muito tempo.

Daniela comenta: “Pensamos numa decoração clean e simples, mas ao mesmo tempo sofisticada. E para isso precisamos contratar um profissional que entendesse do assunto. É importante saber que os detalhes fazem toda a diferença na hora de montar o seu negócio. E não vi esse trabalho como um gasto e sim como um investimento para agradar minhas clientes”.

Diferencial: saber que o ambiente faz a diferença na hora da venda e que proporcionar experiências vale mais do que apenas oferecer e vender o produto.

Daniela inaugurou a boutique em setembro e uma vez por mês oferecerá encontros com profissionais do mundo feminino

Dica da coach: Se você está em um processo de criar uma nova empresa e apostar em um novo segmento, lembre-se que pensar no diferencial é que faz a diferença. Saber qual a necessidade do seu cliente e criar solução estratégica para que o seu produto ou serviço sane todas as deficiências e se ele pagaria por isso.

5 aplicativos com recursos grátis para empreendedores

A tecnologia pode facilitar muito nosso trabalho e para aqueles que querem ter um controle maior dos negócios da empresa com facilidade, é possível baixar aplicativos gratuitos para planejar, tirar dúvidas, gerenciar, marcar encontros, organizar e muito mais.

Listei alguns desses aplicativos para você não perder mais tempo. Confira:

Evernote

Provavelmente o mais conhecido. Ele é ideal para gerenciar tudo na vida: é possível escrever e armazenar notas de diversos assuntos, em formatos como texto, áudio e foto. É possível acessá-la em diversos dispositivos e compartilhar com quem desejar. Esse app possui plano gratuito com algumas funcionalidades disponíveis, mas se você quiser dar um plus e ter mais ferramentas o Evernote possui planos de 40 reais por ano (Plus); 80 reais por ano (Premium) e 24 reais por usuário e por mês (Businnes).

Google Meu Negócio

Sim, a Google está em todas e você já deve ter visto alguém usando por aí. Criada em 2014, o objetivo é oferecer recursos gratuitos e simples para empresas gerenciarem sua presença e suas relações por meio dos serviços do Google. Você pode até criar o site da sua empresa por lá em apenas 10 minutos. Mais de 150 mil brasileiros já usam a ferramenta.

Hi App

Esse aplicativo é para os esquecidos, aqueles empreendedores que sempre esquecem o cartão de visitas no escritório ou não o usam pois se preocupam com o meio ambiente, afinal com o celular é possível conectar-se com aquele futuro parceiro ou cliente instantaneamente.
Nele é possível criar, editar e compartilhar seu cartão. Além disso, dá para criar pastas e separar os cartões de seus contatos por eventos, por exemplo. O appp possui uma versão gratuita e outra paga, voltada para empresas maiores com funcionalidades exclusivas, como customizar cartões para funcionários.

Primer

Uma escola de negócios à sua disposição. O app possui lições de negócios e marketing digital (métricas e conteúdo). Todo material pode ser acessado também offline (economiza o planos de dados, não é mesmo?). As dicas são práticas e rápidas e as aulas tem em média 5 minutos de duração.

Trello

Imagina só uma lista de tudo que precisa fazer na tela do seu computador ? Bom, apresento-lhes o  Trello. Por meio de cartões, é possível dividir áreas de um projeto e acompanhar o progresso de cada um dos setores, por exemplo. A ideia é se livrar de post-its, planilhas e softwares que complicam a vida e otimizar tempo, pois é possível compartilhar com todo mundo da equipe. Há tanto um plano gratuito quanto dois planos pagos: o Business Class (10 dólares por mês e por usuário) e o Enterprise (até 20,83 dólares por mês e por usuário).

 

Plano de carreira do Outback Steakhouse incentiva colaboradores a serem sócio proprietários da marca

Vivian Sant’Anna com a sócia proprietária da casa australiana de SJC, Bruna Caroline Guets

Trabalhar no Outback Steakhouse já pode ter passado pela cabeça de muitos que estão lendo essa matéria aqui no Blog hoje. Além da comida ser muito boa, o atendimento é sempre impecável. E aqui em São José a casa chegou em 2011 e desde então, não há um dia que não haja filas de espera para desfrutar das delícias da marca mundial. Só no Brasil são cerca de 92 restaurante da rede focada em gastronomia australiana.

Bruna Caroline é quem está à frente da casa em São José dos Campos, no comando das operações desde de janeiro de 2017. Ela é formada em Recursos Humanos e está no mercado de trabalho desde os 18 anos. No Outback começou como atendente (waitress), foi treinadora, coordenadora de plantão e gerente, até que chegou a ocupar o cargo de sócio proprietária da rede

Tudo isso, devido a um plano de carreira que a marca oferece a seus colaboradores (incrível, não? Sempre falo que o plano de carreira de um empresa desenvolve e incentiva muitos os colaboradores, ganha a empresa e o funcionário).

Bruna Caroline

E claro, que eu queria saber como foi toda essa história, como é trabalhar para a rede e como foi o caminho até a sociedade. Vem ler:

 Vivian Sant’Anna: Como você iniciou sua carreira? Qual a sua formação?

Sou formada em Recursos Humanos. Iniciei minha carreira aos 18 anos, como recepcionista, e trabalhei durante seis anos em uma chopperia conceituada na cidade de Campinas/SP, onde nasci. Logo após a minha saída, iniciei minha carreira no Outback. O que me atraiu logo de início foi o plano de carreira oferecido pela marca – enxerguei ali uma ótima oportunidade! Comecei no Outback como Waitress (Atendente de Restaurante) e hoje sou sócia-proprietária, o que prova que eu estava realmente certa das possibilidades que a marca oferece.

Vivian Sant’Anna: Por que resolveu apostar em um restaurante e por que o Outback?

O Outback foi paixão desde o primeiro dia. Ao conhecer o plano de carreira da marca visei o meu futuro e realmente apostei na empresa – assim como eles também apostaram em mim ao me contratarem. Acreditei, desde o início, que poderia crescer junto com a marca. E foi isso que aconteceu. A valorização de cada profissional, a cultura da empresa, tudo me motivou a trabalhar e me dedicar muito para alcançar voos cada vez mais altos dentro do Outback. Além da dedicação pessoal, o fato de a empresa acreditar nos seus colaboradores foi fundamental para o meu sucesso profissional. E isso é uma característica do Outback – 80% dos sócios de restaurantes da marca vieram da operação (da cozinha ou do salão, por exemplo), assim como eu. Por isso, digo: o Outback foi paixão desde o primeiro dia e, tenho certeza, que continuará sendo pelo restante de minha vida.

Vivian Sant’Anna: Como foi o processo para se tornar proprietária do Outback de São José dos Campos?

Fui – e continuo sendo – muito dedicada, sempre mostrando muita garra e empenho. Ingressei como atendente e fui conquistando meu sucesso, meu espaço. Fui treinadora, coordenadora de plantão e gerente, até que surgiu a oportunidade de assumir o cargo de sócia-proprietária do Outback de São José dos Campos. Graças ao meu esforço e às possibilidades que a rede oferece a todos os colaboradores, conquistei minha satisfação profissional.

Vivian Sant’Anna: Qual foi o fator mais decisivo para que você obtivesse êxito no negócio?

Sem dúvida foram três fatores decisivos: dedicação, foco e determinação.

Vivian Sant’Anna: Quais características precisou desenvolver como empresária que antes não possuía e hoje enxerga que essas habilidades são essenciais na hora da gestão dos negócios?

Entre as principais características que precisei desenvolver, ao longo desses anos, estão a organização e o comprometimento – independente do cargo ou função, essas características são essenciais a todos os profissionais. São elas que permitem alcançar os objetivos e metas, sem perder o foco. A liderança também é imprescindível, afinal, diariamente trabalhamos com pessoas e equipes que precisam estar constantemente motivadas e felizes com o seu trabalho, afinal, somos nós que traduzimos o espírito Outback para os clientes.

Vivian Sant’Anna: Quais foram e são as suas maiores dificuldades no negócio?

Gerir um grande negócio, como o Outback, é um desafio por conta da representatividade e credibilidade da marca, o que faz com que, diariamente, eu precise estar atenta à organização diante de novas programações e questões administrativas. Eu aprendo diariamente com os desafios que envolvem gerir essa marca tão apaixonante e querida pelos brasileiros. Cada conquista é, pessoalmente, gratificante – estimular, dia a dia, o amor dos nossos colaboradores e dos nossos clientes pelo Outback é o que me move.

Vivian Sant’Anna: Quais dicas daria para quem deseja investir em uma grande marca?

Além de dedicar-se à formação contínua e estar atento as atualizações do mercado do trabalho, fazer pesquisas de mercado e conhecer mais sobre a reputação e seriedade da empresa com os negócios é essencial antes de investir em uma marca. Outro fator determinante é escolher uma marca com a qual você se identifique. Para mim, não foi difícil optar pelo Outback, já que é uma marca com a qual eu sempre me identifiquei. Como acredito que o trabalho é uma forma de realização, a escolha pelo Outback foi muito fácil. Faço o que gosto e trabalho para uma marca que acredito. O Outback foi um grande acerto e sou muito feliz em minha carreira.

 

Porque a inteligência emocional é importante para uma carreira bem sucedida?

Muitos me questionam sobre como lidar com certas situações. Seja com os colaborados, fornecedores, chefes, clientes, e até mesmo em casa. O que muitos ainda não sabem é que a inteligência emocional pode ser desenvolvida e não é apenas em livros de auto ajuda que demonstram formas, pouco eficazes, para o sucesso profissional e pessoal, que ela encontrará respostas. Vale lembrar que  a capacidade técnica não é a única chave para uma carreira bem sucedida. Pesquisas revelam que 87% das demissões acontecem por falta de condições emocionais dos colaboradores ou líderes.

Assim como o intelecto cognitivo, você pode se tornar mais inteligente emocionalmente, dedicando tempo para aprender sobre as pessoas e as emoções. Minha dica é:

“Dedicar seu tempo para conhecer as pessoas ao seu redor é um caminho em direção a uma inteligência emocional maior. Se você olhar para outra pessoa e se ver refletido nela, pode começar a tratá-la de uma forma mais compreensiva”.

Ter alta performance e ótimos resultados para entregar um trabalho eficaz para a sua empresa depende muito da liberação do seu potencial máximo. Por isso a inteligência emocional é tão importante. Quem trabalha todos os dias em busca do seu melhor, trabalha sob pressão, sob cobranças e também lida com os sentimentos de outras pessoas. É importante saber lidar com tudo isso.

Na prática, significa encontrar motivação para fazer o que deve ser feito, controle para não estourar com o colega de trabalho, equilíbrio para lidar com pessoas que não estão no mesmo ritmo que você, e ter consciência que é necessário, todos os dias, equilibrar pratos: de um lado a razão e do outro a emoção. Quem consegue lidar com os dois sem exageros, certamente saberá contornar situações e alcançar os objetivos.

“O objetivo da inteligência emocional é conhecer-se tão bem a ponto de sabe lidar com as próprias emoções e motivações, depois disso conhecer o outro e lidar com as emoções dele também”. 

Vou dividir com vocês algumas dicas de treino no dia a dia para desenvolver a inteligência emocional:

1 – Invista em autoconhecimento: Todos os caminhos que você escolher levarão você a se conhecer mais;

2 – Treine com a família e os amigos:  Comece a enxergar de maneira empática (se colocando no lugar do outro) as pessoas a sua volta;

3 – Trabalhe a sua espiritualidade: Aqui você encontrará uma forma de ser mais compassivo e não ter medo de ser humano. não se trata especificamente de ter uma religião, mas organizar seus pensamentos para o que você acredita;

4 – Pratique exercícios físicos: Os hormônios liberados nas atividades físicas equilibram as emoções;

5 – Medite: Estar no momento presente faz você não alimentar a ansiedade (foco no futuro) e nem desenvolver depressão (excesso de passado).

 

Os setores mais lucrativos para investir

Escolher o mercado ideal para investir parece até tarefa impossível, não é mesmo?

Mas temos dados de pesquisas que revelam os mercados em ascensão e que podem render muitos lucros para você que quer investir em um novo negócio.

Um estudo elaborado pelo Sebrae, com base no perfil de novas empresas em anos anteriores a 2018, no comportamento da economia nacional e no mercado externo, revelou que os empreendimentos que promovem saúde, inovam na oferta de alimentos e oferecem serviços ligados à beleza pessoal estão entre as atividades mais prósperas. Boa notícia né?

Vejamos os números:

Saúde

A busca por um corpo mais saudável tem impulsionado empresas de vários tipos, inclusive franquias de alimentação e produtos nesta linha. O faturamento desta indústria foi de 21,8 bilhões de dólares em 2016.

Beleza

Atualmente, o Brasil ocupa a 3ª posição no ranking mundial de consumo de produtos de beleza e a cada ano que passa se aproxima mais dos Estados Unidos e Japão, os dois líderes mundiais neste setor. Segundo pesquisas realizadas recentemente, o mercado brasileiro corresponde a 7,1% do consumo mundial, ocupando a 2ª posição nas categorias de produtos depilatórios, desodorantes, perfumes, produtos masculinos e de proteção solar. Na 3ª posição estão os produtos de higiene, oral, infantis e para os cabelos. Em 4º, os produtos para banho e por último, em 5º as maquiagens.

Alimentação

Mesmo enquanto passavam por uma crise intensa, muitos brasileiros mudaram padrões de consumo de alimentos para aderir a um estilo de vida mais saudável. Se antes a maior parte da população não pensava em incluir alimentos naturais na rotina ou era resistente à ideia, agora o consumo de produtos menos industrializados e mais saudáveis vem crescendo cada vez mais. Em 2016, foram R$ 93,6 bilhões em vendas no país.

Serviços de TI

O Brasil faz parte do top 10 entre os mercados mundiais de TI, representando 1,9% das vendas de hardware, software e serviços globais. O país é o 9º maior mercado do mundo e também representa 36.5% das vendas totais do setor na América latina, muito à frente do México, que ficou em segundo lugar com uma quota de mercado de 22,9%.

Varejo

O comércio brasileiro deve contar com um saldo positivo pela primeira vez desde 2015 no que diz respeito à abertura e fechamento de estabelecimentos. Espera-se um saldo positivo de 20 mil novas empresas no setor até o fim deste ano. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Negócios para público da melhor idade podem ser boa aposta de investimento

 

Bate papo com a empresária Roberta Bueno Souza, à frente da Ekiness

A nova geração de brasileiros com mais de 60 anos não quer ficar em casa parado vendo o tempo passar. O aumento da expectativa de vida da população também é um dos fatores que tornam promissores os negócios voltados para a terceira ou melhor idade.

Quando se fala em negócios para os mais velhos, pensamos em venda de fralda geriátrica, bengalas e agências de cuidadores, mas o mercado do envelhecimento é bem maior do que isso e tem empresário já atuando especificamente para esse público.

Segundo o Sebrae, o perfil delas é bem diverso e engloba desde os senhores que jogam xadrez na praça e as senhoras que fazem tricô em casa até aqueles que viajam regularmente, frequentam academias de ginástica, submetem-se a procedimentos estéticos e consomem produtos e serviços altamente especializados.

É! E quem já se jogou para atender essa demanda de “melhor idade” já colhe frutos. Roberta Bueno Souza, à frente da Ekiness, estúdio personalizado em Pilates, treino funcional, fisioterapia e osteopatia, em São José dos Campos, tem trabalhado bastante para atender de forma personalizada e inovadora os alunos “mais velhos”.

Confira minha conversa com a empresária :

Vivian Sant’Anna: Você teve alguma situação pessoal que te atraiu para esse mercado ou foi uma escolha natural?

Na verdade, acho q fui sendo “escolhida”(risos) Quando iniciei o trabalho com o método Pilates em 2004, os clientes eram jovens ou de meia-idade, porém com o passar dos anos, estes mesmos clientes, fiéis ao método, foram envelhecendo e muitos se tornaram idosos nestes meus 14 anos de trabalho com o método. Observar o envelhecimento deles e como esse processo era singular para cada um me levou a questionar se realmente estávamos fazendo tudo o que era necessário para prepará-los. Motivada por esta pergunta, fui buscar mais conhecimento sobre esta fase tão importante de nossas vidas e acabei entrando no programa mestrado em Gerontologia da USP.

 Vivian Sant’Anna: Quais são as diferenças entre uma aula de pilates normal e uma desenvolvida especificamente para idosos?

A estrutura da sessão dentro da metodologia de nossa escola, o Physicalmind Institute de Nova Iorque, não é diferente para clientes jovens ou idosos, porém nossas escolhas de movimentos serão direcionadas para cada cliente que nos procura. Particularmente com os idosos, é necessário trabalhar força muscular de membros inferiores, equilíbrio e os movimentos de extensão de tronco. Além disso, precisamos saber que alguns movimentos podem ser altamente contraindicados, como por exemplo, os abdominais realizados com flexão de tronco quando o idoso tiver osteoporose ou uma osteopenia muito importante. Além disso, as sessões devem estimulá-los a sair da postura deitada e levá-los para a postura em pé para que possamos prepará-los para caminhar com segurança. Caminhar com segurança, ter força nas pernas e conseguir responder às demandas de desequilíbrio do ambiente são fundamentais para a prevenção de quedas, eventos que são uma das causas mais importantes de hospitalização e até mesmo morte dos idosos.

Vivian Sant’Anna: Quais as dificuldades de se trabalhar com esse público?

Não existem dificuldades em se trabalhar com este público, mas sim algumas precauções importantes como, por exemplo, conhecer a histórica clínica de cada um para saber se alguns movimentos são contraindicados. O mais importante é que estejamos abertos a escutá-los, respeitá-los em suas limitações e medos, porém devemos sempre motivá-los a ultrapassar estes limites, ainda que um pouquinho de cada vez. Nosso corpo traz emaranhado dentro de si, memórias de toda a nossa vida, e com certeza, os idosos possuem muito mais registros!

Estas memórias podem ser boas ou não, e podem gerar crenças, como por exemplo que, para determinada dor cessar, devemos ficar imóveis. Atualmente, sabemos que a imobilidade traz muito mais danos que o movimento, porém, precisamos olhar para o outro com profundo respeito por sua história e por suas dores. Nós, como profissionais que trabalham com o restabelecimento do movimento, precisamos conseguir auxiliar nosso cliente a reestabelecer conexões de prazer com o movimento, pois a vida é movimento constante.

Vivian Sant’Anna: Com o aumento da expectativa de vida e principalmente de anos de trabalho, investir em qualidade de vida e envelhecer bem se torna cada vez mais valioso, a partir de que idade devemos nos preocupar com isso?

Logo no início das aulas no programa de mestrado escutei uma frase que ficou profundamente marcada em mim: “Envelhece-se como se vive!” , então, o momento de preparar para a longevidade (para os nossos 100 anos!) começa hoje! É importante a gente saber que nossos sistemas corporais começam a envelhecer em diferentes momentos e que envelhecer é um processo que se dá ao longo de nossa vida… Este processo é diferente para cada um e é influenciado por fatores internos (genéticos por exemplo) e fatores externos (cultura, questões econômicos, etc). Por exemplo, nossa pele começa seu envelhecimento geralmente aos 25 anos, nossos músculos e ósseos, em torno dos nossos 35 anos. Então, este processo começa muito mais cedo que a gente geralmente imagina.

De maneira muito simplificada, podemos pensar em 2 momentos, um antes e outro durante o processo do envelhecimento. Tudo o que fizermos antes que o processo de declínio aconteça poderá ser benéfico para essa fase, por exemplo, quanto mais reservas tivermos de massa muscular e óssea (acumulada até aproximadamente os 30 anos de idade e construídas a partir de práticas de atividades físicas desde a infância) menor será nosso declínio ao longo dos anos. Agora, se o processo já começou, isto é, em meados dos nossos 35 anos, essa é uma boa hora para começarmos a nos atentar para nossa saúde física, mental e emocional, para que consigamos manter ao máximo nosso corpo “em dia”.

 Vivian Sant’Anna: E quem já passou desse período ainda tem salvação?

Com certeza! Nosso corpo é uma máquina maravilhosamente desenhada e conseguimos ter ganhos durante toda a nossa vida, então, se a pessoa decide cuidar de sua saúde aos 70 ou 80 anos, com certeza ela conseguirá ter ganhos.

Vivian Sant’Anna: Você acredita que ainda há um preconceito de que “A partir de certa idade não adianta fazer nada…” e como você faz para desmistificar isso?

A primeira resposta que me vem a cabeça, é algo que minha avó falava: “Só não se dá jeito pra morte!” E a verdade é que ela tinha toda a razão. Cada vez mais temos exemplos em nosso estúdio e até mesmo na mídia dos resultados que idosos de mais de 80 anos conseguem quando resolvem se cuidar. Atualmente, tivemos um cliente de 85 anos que chegou até nós pois estava caindo muito. Quando fizemos sua avaliação, constatamos importantes desvios posturais e fraquezas musculares, mas também observamos que sua capacidade cognitiva estava totalmente íntegra. Em menos de seis meses de trabalho, realizando 2 sessões individuais por semana, ele melhorou sua postura e começou a sentir-se mais seguro para caminhar. Então, a melhor maneira de desmistificar essa crença é o idoso se permitir experimentar algo novo em sua vida. Na verdade, sair da zona de conforto é um treino que devemos fazer diariamente, independente de nossa faixa etária, pois somente fora dela é que poderemos alçar novos vôos.

 Vivian Sant’Anna: Quais as novidades que podemos esperar?

Atualmente, conseguimos realizar uma publicação internacional sobre os benefícios do método Pilates de Solo para os idosos e, já estamos com novos trabalhamos em andamento. Neste momento, estamos desenhando um novo protocolo com movimentos para a prevenção de quedas em um equipamento específico do Método Pilates. Então, a partir de 2019 poderemos compartilhar os resultados desta nova pesquisa para toda a comunidade.

 

 

Como escolher meu nicho no mercado?

Empreender é o sonho de muitos profissionais. Ser o dono do próprio negócio e traçar seus próprios caminhos é o desejo de dois terços dos brasileiros (66%) segundo uma pesquisa realizada pela MindMiners, encomendada pelo PayPal, que fez um raio X do empreendedorismo no Brasil.

Mas como escolher o nicho do mercado para investir? É um pergunta difícil, afinal não há uma fórmula perfeita para o sucesso (ainda vamos descobrir, certo?).

Seguem algumas dicas:

Paixão
Se você vai abrir um negócio, o ideal é que seja relacionado a algo de que você realmente goste, que te mova.

Isso porque, é muito importante estar sempre atualizado nas novidades do seu segmento. Já pensou ter que estudar algo de que você não gosta?

Então, encontrar algo de seu interesse facilita muito na hora de criar um bom produto e serviço. Pergunte-se sempre: quero continuar trabalhando com isso daqui a alguns anos?


Habilidade

Ter habilidades que façam o seu negócio andar é essencial. Se não as tiver, desenvolva-as. Pode ser com a ajuda de um profissional ou através de cursos que o prepare para atuar neste negócio.

Por exemplo: se sua empresa venderá cosméticos, é preciso ter habilidade para lidar com o público feminino, entender sua linguagem, suas necessidades, e suas expectativas.

Dinheiro

O seu produto ou serviço resolverá o problema do seu cliente. Ele está disposto ou tem condições financeira para pagar por eles?

Lembre-se: o dinheiro só vem quando você consegue entregar valor para as pessoas.